janeiro 25, 2010

With or without you

«Deixaste-me ali quieta, sem saber como reagir. Viraste costas como o cobarde que és. Agiste tal e qual a ideia que eu tinha de ti. Eu não sabia o que dizer, porque o que eu queria dizer não era o que eu queria que tu ouvisses. Eu não podia dizer-te o que sinto. Eu não posso dizer-te o que sinto. Desculpa. Mas és mais forte do que eu, o que sinto é maior ainda, e desta vez não. Desta vez não quero ser mais uma.»

Não quero sentir o céu e ter de me contentar com a sua parcialidade. Eu não quero sentir o vento e ter de me contentar com uma suave brisa. Não quero sentir o fogo e ter de me contentar com uma pequena chama. Eu não quero saber que sei de tudo e fingir que não. Fingir que concordo. Fingir que possues o mundo, mas eu não te possuo a ti. Não quero sentir o mar revolto e ao invés de desejar que me acalme, desejar que me deixe ainda mais confusa. Eu não quero ser mais uma nem a tal. Eu só quero ser eu. Contigo ou sem ti!

With or without you!

MFG
Em memória a todos os que sofrem mas são felizes.

1 comentário:

  1. "Deus quer, o homem sonha, a obra nasce"

    Neste caso não foi Deus que quis. Fui mesmo eu que quis cá vir e escrever este comentário.

    Estava a ouvir uma música (coisa rara para mim), e pus-me a pensar nas conversas hipotéticas, que dois indivíduos hipotéticos, hipoteticamente tiveram.

    Os cobardes existem e são muitos. Provavelmente existe um pouco de cobardia dentro de todos nós, a questão é que uns sabem tratar disso e outros não.

    Apesar de os sentimentos parecerem que falam mais alto não falam, portanto quando quiseres manda-os estar calados e pensa.
    Não sejas mais uma. Sê "a tal"

    (caso queiras ouvir também, fica aqui o link
    http://www.youtube.com/watch?v=LbMujIzPWLs)

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