abril 24, 2010

Finalmente!

Está tudo a mudar. Everything is changing. It's for the best. É, sem dúvida, pelo melhor.
" Já não me irritas. Já não me entristeces"
Nem pelo céu, nem pelo inferno me pegas. Simplesmente não me pegas.
Sinto-me livre. FINALMENTE! What a feeling!
E amor, eu caminharei em teu redor, em tua frente, como mais desejares. Eu serei quem eu quiser. Com o tempo certo que eu achar erradamente. E desta vida ninguém me vai demover. Eu amo-me por amar o que sou e não ter medo de nada. Já não me possuis.

FINALMENTE!
MFG

abril 15, 2010

Saramago fala sobre o Comunismo



«Privatize-se tudo, privatize-se o mar e o céu, privatize-se a água e o ar, privatize-se a justiça e a lei, privatize-se a nuvem que passa, privatize-se o sonho, sobretudo se for diurno e de olhos abertos. E finalmente, para florão e remate de tanto privatizar, privatizem-se os Estados, entregue-se por uma vez a exploração deles a empresas privadas, mediante concurso internacional. Aí se encontra a salvação do mundo ... e, já agora, privatize-se também a puta que os pariu a todos.»                       

José Saramago (Cadernos de Lanzarote - Diário III - pag. 148)

Dito isto, não tenho nada a acrescentar. É como Saramago dizia no vídeo.

" E a pergunta inevitável apareceu e é formulada sempre praticamente da mesma maneira : Porque é que você depois de, digamos, da queda da URSS, do derrubamento do muro de Berlim, dos processos de Moscovo, da invasão da Hungria, porque é que continua a ser comunista? Poderia responder e perguntar à pessoa se ela era católica e provavelmente dizia-me que sim ou de qualquer das igrejas cristãs e eu teria de perguntar-lhe para seguir na mesma linha: Depois da inquisição como é que você continua a acreditar? Mas não, naquele momento nasceu-me uma outra resposta: sabe é que eu sou aquilo a que se podia chamar um Comunista hormonal. O homem olhou para mim : O que é que isso quer dizer ?
Quer dizer que da mesma maneira que eu tenho cá no corpo não sei onde uma hormona que me faz crescer a barba, há outra hormona que me obriga mesmo que eu não quisesse, por uma espécie de fatalidade biológica, a ser Comunista. É muito simples. Mais tarde veio-me outra expressão interessante, mais nobre que foi começar a dizer que ser Comunista é um estado de espírito e é. E é . E é. Pode ler-se o Marx, pode ler-se digamos as obras importantes, por exemplo que Lenine escreveu, mas no fundo, no fundo, no fundo, é um estado de espírito. O que me permite dizer que o senhor Brejnev no poder, de estado de espírito comunista, nem sombras..."

Agora digam-me lá como vou eu contornar isto. Eu amo o Marxismo. E pronto, tenho dito.

"..Para chegar à conclusão que a actualidade impõe, que é a de que o Marx nunca teve tanta razão como agora."

MFG

abril 13, 2010

natureza


Sabes porque gosto da natureza?

Porque não tenho de pedir licença para lhe tirar fotografias.

abril 07, 2010

Surreal

Uma invencibilidade, um suspiro interno e eterno. Altos e baixos no som da perfeição intensa. Foi como se a eternidade me abraçasse e eu conhecesse o mistério do mundo. E como abdiquei do auge da tecnologia, senti o profundo do possível e do impossível. Era o prazer maior que eu desejava. E foi o prazer maior que eu tive.

P.S: E era a conversa, os sorrisos, as carícias, a companhia. Surreal. Não consigo descrever melhor.

MFG

abril 03, 2010

Too late

É tarde. O relógio ribombeia na minha mente tal qual um bailarino. Eu não queria que o tempo passasse, o que não significa que ele não passe e que com ele não passe o sentido que a realidade já teve. No entanto, gostava de ser capaz de "ir com a corrente", de alcançar uma paz que de utópica relativiza a minha dor, de andar quilómetros inteiros sem pensar no cansaço, na fome ou na sede. No fundo, gostava de ser sobrehumana ou mesmo subhumana. Desde que fosse algo distinto deste tic-tac provocante que me enraivece e atordoa. Algo distinto deste alheamento ausente da minha essência. Algo distinto desta falta de algo sem saber o quê especificamente.
É tarde. É realmente tarde, porque eu já não sou aquela rapariga ingénua, aquela mulher imatura que tu agarravas levemente e amavas sem medo do amanhã. Já não sou essa realidade estática e estanque. Agora há dinamismo em mim. E vontade. Vontade de fazer cada segundo valer realmente a pena. Sem perder de vista o resto do mundo. Por que isso seria perder cada vivência por amanhecer, cada verdade por conhecer, cada dor por sarar, cada alegria por partilhar. Seria perder a possibilidade de ser mais e melhor. Não ser mais do mesmo, mas mais do diferente, do "eu", da verdade, da vontade, da luta.
É tarde. Não para relembrar tudo o que passei ( não há noite que não pense nisso), mas para voltar ao que fui. Ainda que um dia a realidade regresse, essa realidade regresse, só  a receberei de braços absolutamente abertos se ela me aceitar assim. Nova. Diferente. A Mariana real cujo nome do meio é utopia.

MFG

abril 01, 2010

My babes @


Se podia viver sem elas? Poder, podia, mas não era a mesma coisa!
Vos amo babes @
My best friends <3
(Inês is missing 'cause she's not a big fan of taking pictures )
MFG

Tributo à mentira

Enquanto o mundo pede um pouco mais de verdade, nós (e os outros) temos o "Dia das Mentiras".
Vá lá alguém explicar-me como se quer dilatar uma ideia se se bajula a ideia oposta. Deve ser a lógica da psicologia invertida ou assim.

MFG

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