Quando há um céu negro que se submete a tudo, vem sempre um pouco de luz para nos iluminar a alma. Eu acredito em mim. Eu sei, melhor do que qualquer outra pessoa, quem reside em mim e quem eu quero que resida. A escolha é minha. E com ela viverei. Nem melhor nem pior do que antes. Apenas de forma diferente.
Mais um tempinho. Foi só mais um nó que se desfez para que um laço se criasse. Quando há um emaranhado de fios sem sentido e se busca sentido neles perde-se o sentido que se tentou criar. Assim, crio sentido enquanto busco um laço superior a todos os que se prenderam no meu caminho. Eu quero criar um laço que me torne finalmente livre. E quero dar essa liberdade ao meu criador. Quero mostrar ao meu criador que somos livres, mas eternamente emaranhados um no outro, numa criação utópica, perfeita e ideal na qual eu sempre acreditei.
MFG
Dedicado à Vera, à Cátia, à Inês, à Tatiana e à Vânia.
Sincero agradecimento.
E ao meu Pai, mas isso não é preciso dizer, claro.
obrigada pelo comentário^^
ResponderEliminare adoro-te muito
este texto está espetacular e muito bem conseguido, adoro a maneira com usas as palavras laço, fio e nó, é tudo um enmaranhado de coisas.
Coisas bonitas.^^
Bjs