Acho que não compreendo a morte, porque ela é antinatural.
Parece que estou a dizer um contrasenso, mas como posso imaginar que estou aqui hoje e sei-o perfeitamente e amanhã já não?
Não acredito em Deus, nem em nenhuma entidade superior e, no fim de contas, é por isso que me é ainda mais difícil entender a morte. Se eu te amo, como posso aceitar que, por uma qualquer fatalidade, tu desapareças? ...Como posso aceitar nunca mais sentir o teu abraço? Acho que é daqui que vem a minha ânsia em viver (que, por vezes, tanto mal me faz) tudo hoje e agora... Não quero que vás, não quero que vás antes de mim, mas também não quero ir porque não te quero fazer sofrer. E, apesar do livre-arbítrio, é aqui neste campo que ninguém pode escolher. Só posso escolher como vivo e viver.
Parece que estou a dizer um contrasenso, mas como posso imaginar que estou aqui hoje e sei-o perfeitamente e amanhã já não?
Não acredito em Deus, nem em nenhuma entidade superior e, no fim de contas, é por isso que me é ainda mais difícil entender a morte. Se eu te amo, como posso aceitar que, por uma qualquer fatalidade, tu desapareças? ...Como posso aceitar nunca mais sentir o teu abraço? Acho que é daqui que vem a minha ânsia em viver (que, por vezes, tanto mal me faz) tudo hoje e agora... Não quero que vás, não quero que vás antes de mim, mas também não quero ir porque não te quero fazer sofrer. E, apesar do livre-arbítrio, é aqui neste campo que ninguém pode escolher. Só posso escolher como vivo e viver.
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